Dr. Rodrigo da Costa Pinto - Cirurgia Buco Maxilo e proteses atm

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Credenciado

Orientações


Avulsão Dentária - Conduta pós-trauma


  1. Mantenha a calma, é muito importante.
  2. O dente deverá ser reimplantado o mais rápido possível, mais tempo fora da boca menor é a chance de sucesso.
  3. Segure-o pela coroa (não toque na raiz) e lave-o em água corrente.
  4. Se conseguir atendimento profissional rápido,¨até horas¨, coloque-o dentro de água, soro fisiológico ou leite, pois precisa estar úmido para o reimplante.
  5. Se optar pela auto reimplantação, é a melhor opção, após a lavagem do dente recoloque-o no osso-espaço, tentando alinhá-lo com o dente vizinho.
  6. A seguir vá ao profissional para que realize a contenção do dente (fixação de 7 a 10 dias).
Queda de ciclista Protetor bucal - soco de boxe

Protetor Bucal


Os esportes de contato como o futebol, basquete, boxe, etc. ou o mundo das artes marciais, ocasionam acidentes ou golpes potentes que acometem a região bucomaxilofacial. Essas atividades com atletas de alto nível estão extremamente competitivas e o uso do protetor bucal está tendo um papel primordial, minimizando os traumas ou danos e melhorando o rendimento dos atletas.

A ausência de protetor bucal pode causar além de lesões dentárias, lacerações na língua e lábios, fraturas maxilares, disfunções articulares, potencialização de traumatismo crânio encefálico e lesões cervicais.

Sobretudo devemos nos atentar ao mal uso de protetores inadequados, pois os mesmos podem agravar ou desenvolver lesões e interferir no rendimento.

O protetor bucal ideal não altera a função e a tonicidade muscular do esqueleto facial, melhora o equilíbrio postural e não diminui o fluxo aéreo ou ventilação de oxigênio (O2), o que causaria um déficit na captação de oxigênio e redução da função cardiorrespiratória. Estas condições interferem no rendimento do atleta de alto nível, definindo resultados.

Protetor bucal Protetor bucal

Orientações para Motociclistas


Os capacetes são usados para evitar traumatismos crânio encefálicos e as lesões na face, tão comuns em uma queda de moto ou batida de trânsito. A utilização do acessório para condutores e passageiros é obrigatória por força de lei, mas a legislação não determina qual é o capacete ideal. O uso adequado do acessório diminui em 72% o risco e a gravidade de lesões, reduz a probabilidade de mortes em até 39% e os custos com tratamento associado à colisão. No Brasil, cerca de 10 mil motociclistas morrem todos os anos em acidentes no trânsito e 500 mil pessoas sofrem ferimentos, muitos deles na face, pela utilização inadequada de capacetes.

Para a total proteção existe apenas um único modelo que evita impacto no maxilar, boca, nariz e face. O ‘Full Face’ cobre completamente a cabeça até o queixo, com uma viseira transparente que abre e fecha e é o mais indicado para quem anda em duas rodas. Os demais modelos deixam o motociclista vulnerável e podem provocar traumas sérios e até irreversíveis, em caso de acidente. Os modelos ‘Coquinho’, que cobre apenas a parte superior da cabeça com material rígido e ‘Peruzinho’, que protege as partes superior e inferior da cabeça, deixam o queixo e toda a face extremamente expostas.

Já o ‘Escamoteável’, que cobre toda a cabeça, tem um dispositivo que permite ao motociclista subir a proteção do queixo, deixando a face exposta da mesma forma que o modelo ‘Peruzinho’. “Em dias mais quentes é comum os motociclistas elevarem a proteção e ficarem mais vulneráveis”, É importante ficar atento ao selo do INMETRO, que faz testes de impacto nos modelos e depois de aprovados recebem a certificação.

Modelo incorreto

Modelo Coquinho

Modelo incorreto

Modelo Escamoteável

Modelo incorreto

Modelo Peruzinho

Modelo correto

Modelo Full-Face